A maestrina Lourdinha Nóbrega, da Orquestra e Forrozão Só Mulheres, destacou o impacto do projeto na valorização das trajetórias das orquestras. “Esse projeto foi transformador pra mim. Como maestrina, vivi cada etapa com muita intensidade e senti, de verdade, o reconhecimento da nossa história. A Orquestra Só Mulheres carrega uma luta importante, e ver isso sendo valorizado foi muito marcante. Saio mais fortalecida, com a certeza de que o frevo é resistência, identidade e futuro. Porque quando a orquestra toca, não é só música, é tudo isso junto”, afirmou a maestrina.